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  • Foto do escritorDa Redação

Cachoeirense Tati Souza perde a sua casa na Justiça e junto com amigos cria Vakinha para se reerguer


Após mais de três anos de lutas incessantes com a Justiça, a cachoeirense Tatiane Souza, que se tornou conhecida em 2021 pelo caso de estar perdendo a sua casa em que mora e trabalha como esteticista e massoterapeuta desde 1996, infelizmente teve um desfecho triste. 


A trabalhadora perdeu a sua casa em última instância, inviabilizando a esperança de recuperar o seu lar de volta. A esteticista desde então estava vivendo um dilema cheio de incertezas, já que uma ordem de despejo compulsória lhe acompanhava.



Em 2021, o caso viralizou em Cachoeira do Sul. Localizada no bairro Marina, zona norte da cidade, muitas pessoas se uniram, criaram um grupo no WhatsApp denominado "A Casa é da Tati", realizaram carreatas, orações, tudo com o objetivo de pedir justiça pelo fato.


Agora, sem ter local para morar e trabalhar, Tati criou uma vakinha online com a meta de arrecadar R$ 300 mil que é o valor de sua casa. "Peço a ajuda de todos para me reconstruir e me recuperar dessa injustiça sofrida. Agora é buscar outro local para eu morar e trabalhar, por isso espero a ajuda de todos", ressalta. Até às 16h desta terça-feira, 30 de janeiro, 19 pessoas haviam realizado doações e o valor arrecadado estava próximo dos R$ 2,9 mil.

"O que eu mais temia aconteceu, que foi perder minha casa e meu local de trabalho por um negócio. Dói muito perder o único bem que tu tem e que não tirou de ninguém, o teu trabalho, teu chão, tua terra. Eles não vão ficar mais ricos com a minha casa, mas ela é o único lugar que eu tenho, presente de herança do meu pai. Mas entregarei as chaves sem nem pensar, pois cada um sabe da sua consciência e eu tenho a minha tranquila e limpa. Muita gratidão, porque ainda tenho saúde e força para trabalhar. Vamos lá", emocionou-se. 


SAIBA MAIS

O problema começou em 2009, quando Tatiane atrasou os impostos do imóvel (IPTU) por algum tempo devido a motivos de saúde. Ela conta que a Prefeitura não lhe mandou notificações de atraso e acabou leiloando o terreno, já que a casa não era averbada.


PARA AJUDAR A TATI DOE NA VAKINHA CLIQUE AQUI


Confira o desabafo de Tati



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