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Chuvas deixam estradas intransitáveis no Barro Vermelho e impedem aulas no Capané

  • Foto do escritor: Lenon Quoos
    Lenon Quoos
  • 18 de mar.
  • 2 min de leitura

Moradores da localidade de Barro Vermelho, no interior de Cachoeira do Sul, enfrentam sérios transtornos nesta quarta-feira, 18 de março, devido às más condições das estradas após as recentes chuvas. A situação também já impacta diretamente a rotina escolar: alunos começaram a faltar às aulas porque o transporte não consegue chegar até as residências na Estrada do Capané, que é de responsabilidade do DAER. Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural, Cristiano Leivas Moraes, houve alguns transtornos isolados nas estradas municipais, mas apenas em pontos isolados.


Relatos apontam que até camionetas estão atolando nas vias, que se tornaram praticamente intransitáveis. Além das áreas rurais, ruas sem pavimentação na cidade também registram problemas semelhantes, evidenciando a fragilidade da infraestrutura diante do volume de chuva, embora tenha sido pouco desta vez.

“Nem as crianças estão conseguindo ir para a escola”, relatou um morador, destacando a preocupação das famílias com a continuidade do ano letivo.


Nesta quarta-feira, 18 de março, o tempo segue com muitas nuvens, mas com menor probabilidade de chuva em comparação aos dias anteriores. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém um alerta amarelo para tempestades no Rio Grande do Sul, após um alerta laranja (de maior intensidade) ter estado em vigor até o dia anterior.


PREVISÃO PARA AMANHÃ E SEXTA

A previsão para os próximos dias em Cachoeira do Sul indica uma gradual melhora nas condições climáticas. Na quinta-feira (19), o dia deve ser de sol entre nuvens, com temperaturas entre 21°C e 29°C e baixa chance de chuva. Já na sexta-feira (20), o tempo permanece predominantemente nublado, com máxima de 30°C e mínima de 20°C, e probabilidade de precipitação em torno de 20%.


Apesar da trégua no clima, moradores seguem apreensivos quanto à recuperação das estradas, já que a situação atual compromete não apenas o acesso à educação, mas também o deslocamento de trabalhadores e o escoamento da produção rural.


 
 
 

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