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Investigada da CPI dá possível justificativa para pagamento de consultas de pacientes mortos


Lídia Mara prestando esclarecimentos / Fatos 24h.


A Comissão da CPI da Saúde ouviu na manhã desta quinta-feira, 13 de junho, duas servidoras municipais, Lidia Mara França Gonçalves e Lisiane Cristina Ritzel Homrich, enquadradas como investigadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura irregularidades no Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Jacuí.


Ambas servidoras, que também respondem a um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) no Executivo, declararam que nenhuma das decisões eram tomadas sem conhecimento dos Secretários da Saúde, além de não terem autonomia para contratação de profissionais.


Segundo Lídia Mara, inúmeras vezes foram realizados pedidos à Procura Jurídica, Secretaria Municipal da Saúde, à prefeita Angela Schuh e à Secretaria Municipal da Fazenda, visando a realização de um concurso para deixar de contratar profissionais via consórcio.


Já Lisiane, que exercia a função de digitadora, ficava responsável por contabilizar os atendimentos dos profissionais e lançava para pagamento junto ao consórcio, esclareceu uma das mais impactantes informações desta CPI: atendimento em nome de pacientes mortos.


Lisiane justificou que muitos lançamentos eram feitos retroativos, às vezes até três meses após a consulta, ou seja, poderia um paciente ser atendido e ter falecido neste prazo até o lançamento do atendimento no sistema de pagamento do consórcio.


Nesta tarde, a Comissão ouviu outros três investigados, os ex-secretários da Saúde Marcelo Figueiró, Milton Kelling e Paulo Gonçalves.


Imagem: Divulgação.

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