• Da Redação

Jaqueline Machado | Salve Mário! Salve o Mar e o Rio

Salve o Mar e o Rio que fluidamente se encontram, se beijam e se abraçam no nome e na alma daquele que, em plano Terreno, foi chamado de Mário. De Mário Quintana. E sempre Quintaneando ou navegando pelas margens dos versos de o: Poeminho do Contra, me encontro, me encaixo e me saboreio.

Assim diz o pequeno/grande poema:

Todos esses que aí estão Atravancando meu caminho, Eles passarão... Eu passarinho!

A que vida desgraçada pertence “esses” que insistem em me perseguir, duvidar dos meus feitos e a zombar de mim?

Desses, tenho pena e não receio, pois entre meus seios se esconde um coração cheio de luz e amor a oferecer ... E bem sei, quem convive com o AMOR, domicilia-se com DEUS, não tem nada, nada, nada a temer.

Sim. Alguns poucos (pouquíssimos), põem pedras em meu caminhar, mas em dias de vento me ponho a dançar, contorno os pedregulhos e me distraio em meus jardins ... Afinal, a vida é boa, mas só para quem sabe sonhar ...

Ah, não me estresso. No fundo essa pouca gente me fortalece! E já estão passando. Passando para bem longe de mim.


O que eles ganham com o que fazem? – RABUGICE! Já eu, ganho asas e feito passarinho que sou, sigo bailando, vivendo de amor... e levando a vida a cantar ... Poetinha, poetinha... seus versos deixaram tantas marquinhas que viraram tatuagens em mim. Com alguns descubro meus amores, com outros, decifro minhas dores, mas com o Poeminho do Contra, abro minhas asas e com elas estampo o mal. Ô serzinho infeliz!



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