• Da Redação

Juliana Mesquita | O mapa astral e a nossa essência

Eu sempre falo no inicio das consultas astrológicas que o consulente vai se identificar com muitos aspectos do mapa astral e se surpreender com outros que ele jamais havia percebido. Quando nos conhecemos, descobrimos muitas características a respeito de nossa verdadeira essência, nossas preferências, nossas fraquezas, nossa missão, entre outros. Quando refletimos sobre nossas características, entendemos porque muitos relacionamentos não fluem em nossa vida, muitos trabalhos nos desgastam e muitas amizades não nos acrescentam.


A essência de uma pessoa está contemplada em todo seu mapa astral. Os planetas pessoais como o Sol, Mercúrio, Vênus e Marte interferem bastante, mas todo o conjunto do mapa é quem vai determinar a verdadeira essência e a missão da pessoa. Quando tais características não são respeitadas, surgem muitos conflitos e divergências na vida da pessoa, pois é como se ela estivesse se boicotando ou se agredindo. Portanto é muito importante se conhecer e se respeitar.

A astrologia contemporânea tem um objetivo de autoconhecimento e auto aceitação, o qual busca conhecer a natureza dos signos e respeitar esta natureza. Há alguns anos, estudávamos astrologia e liamos algo do tipo: o signo de peixes é muito sensível, sim, justamente, a natureza do signo está relacionada à sensibilidade e ele deve usá-la pelo lado positivo da empatia e não pelo lado escuro do escapismo.


Quando não nos sentimos gratificados, devemos investigar se aquela situação não está em desacordo com nossos valores e se nós não devemos nos afastar e buscar algo que nos satisfaça realmente. No sentido mais básico, uma pessoa do signo de Gêmeos não se sentirá bem isolada, sem poder conversar e interagir socialmente com outras pessoas, e com certeza, irá canalizar este desgosto para algum setor de sua vida.


O importante é conhecermos nossa essência e não nos compararmos com a dos demais, pois cada um tem seu lugar na criação. Enquanto uns nasceram para causas sociais e coletivas, outros nasceram para a individualidade, a espiritualidade, para a família e assim, sucessivamente.

Juliana Mesquita.


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