• Da Redação

Mulher não resiste e morre após ser atingida por paralelepípedo na Freeway

Neste domingo, uma mulher morreu após ser atingida por um paralelepípedo enquanto trafegava pela BR-290, a freeway, em Porto Alegre. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caso ocorreu na noite de sábado, 12, abaixo das alças da Ponte do Guaíba, próximo ao acesso à Avenida Castelo Branco. A vítima foi identificada como Munike Fernandes Krischke, de 45 anos. Ela estava acompanhada do marido, Alex Von Zeidler Ramos, que dirigia o veículo, no sentido Litoral/Capital. A ocorrência é investigada pela Polícia Civil.

A irmã de Munike, Sabrina Krischke, informou que o casal estava indo para um restaurante, na Zona Sul. Foi quando o companheiro da vítima foi surpreendido pelo impacto da pedra. "Ele ouviu um barulho muito grande, achando que [alguém] tinha batido no carro. Só que estilhaçou o vidro, se encheu de caco de vidro. Quando ele olhou para o lado, ele viu que a minha irmã estava com o pescoço caído e o paralelepípedo sobre as pernas", disse.

Alex teria chamado por Munike, que não respondia mais. "Como ele estava indo em direção ao Centro, ele foi direto. Teve a noção de ir direto para o Pronto Socorro", contou a irmã. Segundo Sabrina, Munike teve lesões no coração, no fígado e no pescoço. "Tentaram de tudo no Pronto Socorro, atendimento muito bom. Nós esperamos, e ela faleceu", lamentou. Além do marido, Munike deixa um filho de seis anos. A família aguarda a liberação do corpo pelo Judiciário para viabilizar a cremação.


O chefe da Comunicação Social da PRF, Felipe Barth, disse que a corporação só foi acionada após o ocorrido, mas que não encontrou nenhum vestígio do ocorrido. "Nem o veículo, nem vítima, nem pedra. Fizemos uma varredura em toda a região", afirmou. As câmeras que monitoram o trecho, segundo Barth, pertenciam à antiga concessionária responsável pela rodovia. A empresa que opera o trecho atualmente não tem câmeras no local, contou o policial.


Barth orienta motoristas para casos semelhantes, em que veículos são atingidos por pedras. De acordo com o inspetor da PRF, pode ser uma tentativa de assalto, forçando a parada do automóvel. "A primeira orientação é tentar não parar. Tentar, dentro da segurança, seguir, porque pode ser uma tentativa de assalto. A outra orientação é ligar, imediatamente, para a PRF ou, em uma rodovia estadual, para a Brigada Militar. Informar exatamente o local e, se viu quem jogou, passar características físicas e vestimentas da pessoa para a gente tentar identificar o autor", recomendou.




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