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O que muda para a população do Rio Grande do Sul com o novo Minha Casa, Minha Vida

Na primeira semana de julho, entraram em vigor as novas regras do programa habitacional do Governo Federal, o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Com essas mudanças, 90% da população brasileira passa a ser elegível ao programa e a MRV, que participa do projeto desde sua criação, passa a ter 92% de seus empreendimentos enquadrados no MCMV, com cerca de 35 mil unidades disponíveis em todo país. Só no Rio Grande do Sul são mais de 3,5 mil, em 7 cidades.


O atual programa, que substitui o antigo Casa Verde e Amarela, passou por transformações significativas. Entre as mudanças se destaca a atualização das três faixas de renda contempladas no programa.



“Na faixa 1 do programa se enquadram as famílias com renda até R$ 2.640 mensais. A faixa 2 contempla pessoas com renda de R$ 2.640,01 a R$ R$ 4.400 mensais. Já a faixa 3 vai de R$ 4.400,01 a R$ 8.000 mensais. Essa mudança é importante, pois possibilita que mais pessoas sejam elegíveis aos benefícios do programa, realizando o sonho da casa própria”, explica Ítalo Pita, diretor comercial da MRV na região sul.


Aumento do subsídio

Outra modificação é o aumento do subsídio (parte do financiamento pago pela União) no valor de entrada do imóvel para as famílias nas faixas 1 e 2, que passou de R$ 47,5 mil para até R$ 55 mil. “Isso amplia a oferta disponível, com taxas de juros mais competitivas frente a outras do mercado”, destaca o executivo.

Ainda há o aumento do valor máximo do imóvel para a faixa 3 (renda entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil), que passou para R$ 350 mil, válido para todo o país.


O teto dos imóveis para as faixas 1 e 2, por sua vez, ficou entre R$ 190 mil e R$ 264 mil — de acordo com a localização do imóvel. Além dessas mudanças, a população do Sul, com renda até R$ 2 mil, ainda conta com a redução da taxa de juros de 4,5% para 4,25% ao ano.

Imagem: Arquivo.

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