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  • Foto do escritorDa Redação

Rachaduras e fissuras põem em risco parte do Cemitério das Irmandades

A parte esquerda da região dos fundos do Cemitério das Irmandades está com rachaduras evidentes e fissuras em diversos estágios nos muros que rodeiam o local, bem como em paredes de carneiras, túmulos e piso dos corredores. Tudo indica que essas rachaduras nos jazigos se devem a possível erosão do solo. Além disso, declives em alguns corredores indicam que há movimentação no solo.


Conforme a administração do Cemitério, pelo menos 40 exumações terão que ser realizadas para transferência temporária de restos mortais para ossários e carneiras localizadas em região segura do cemitério. Uma reunião foi realizada na quarta-feira, 13 de dezembro, às 16h, para informar a situação para as famílias responsáveis pelos jazigos.


O Cemitério das Irmandades foi instalado há 190 anos em Cachoeira. Uma grande proporção de terra e vegetação separa o Rio Jacuí do Cemitério, portanto, é confirmado que não existe possibilidade das águas atingirem a área. No entanto, é certo que existe movimentação do solo, provavelmente gerada por infiltrações de água em razão dos altos volumes de chuva dos últimos meses.


O padre Hélvio Cândido, responsável pelo Cemitério através da Mitra Diocesana, informa que o mais importante é que as famílias foram informadas sobre o problema e que já foi solicitada autorização para a retirada dos restos mortais. "Na tarde desta segunda-feira, 18 de dezembro, vamos reunir o Conselho Administrativo para decidir os passos a serem tomados. Mas, decidimos antecipadamente contratar técnicos para fazer uma análise do subsolo, com o objetivo de verificar a real gravidade do problema, para então obtermos um laudo técnico, decisão que já está sendo executada. Após nossa reunião teremos uma definição do caminho a ser percorrido e novas informações", explicou.




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