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Vigilância Epidemiológica orienta sobre casos e sintomas da Mpox

  • Foto do escritor: Da Redação
    Da Redação
  • 3 de mar.
  • 1 min de leitura

Devido a notícias veiculadas no período pós-Carnaval em todo o país, a Secretaria Municipal da Saúde está replicando à população informativo oficial do Ministério da Saúde que não confirma evidências de aumento de casos de Mpox em relação ao mesmo período do ano passado.


A doença constitui-seuma zoonose viral, ou seja, é transmitida entre pessoas e animais por contato direto e prolongado com infectados, através de suas lesões na pele, fluidos corporais (pus, sangue, saliva), ou secreções respiratórias, especialmente em momentos de intimidade como abraços, beijos e sexo, e também por objetos contaminados (roupas de cama, toalhas). A transmissão também pode ocorrer de mãe para feto ou bebê. 


A nota tem o objetivo de tranquilizar a comunidade sobre o quadro epidemiológico atual e também de deixar as pessoas atentas aos sintomas de um possível contágio: dor de cabeça, dores no corpo, lesões na pele, febre, ínguas, calafrios ou fraqueza (ver informativo em anexo). As orientações das autoridades é de que, diante de sintomas semelhantes, a pessoa use roupas que cubram as lesões e procure uma equipe de saúde o mais breve possível.


Segundo a Vigilância Epidemiológica, no momento a vacinação pré-exposição é restrita a dois públicos distintos: pessoas vivendo com HIV/aids, considerando a priorização daqueles com CD4 menor que 200 células, podendo também ser expandido para usuários de PrEP; e profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 2 (NB-2), de 18 a 49 anos de idade.


Mais detalhes sobre a Mpox podem ser obtidos junto à equipe de saúde mais próxima da sua residência.


Texto: Viviane Souza - Ascom SMS

 
 
 

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