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Após série de reclamações por falta d’água e serviços precários, Balardin leva denúncias contra a Corsan à AGERGS

26 de jan.
2 min de leitura

Em meio a uma sequência de reclamações da população sobre falta de água, baixa pressão, água com coloração alterada e danos em vias públicas, a Prefeitura de Cachoeira do Sul levou oficialmente à AGERGS as denúncias sobre a prestação dos serviços da Corsan/Aegea no município.


Na segunda-feira (26), o prefeito Leandro Balardin esteve em Porto Alegre, onde se reuniu com o ouvidor da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (AGERGS), Luiz Henrique Viana, e com o assessor técnico Guilherme de Souza. Durante o encontro, foi protocolada uma representação formal contra a concessionária, apontando falhas consideradas reiteradas, persistentes e graves no abastecimento de água e no esgotamento sanitário em Cachoeira do Sul.



A medida ocorre após semanas de registros feitos pelo Fatos 24h, com moradores relatando interrupções frequentes no fornecimento, demora no restabelecimento do serviço, atendimento considerado insuficiente e problemas recorrentes após obras da Corsan, como buracos mal reparados e prejuízos à mobilidade urbana.

De acordo com o Executivo municipal, mesmo após tentativas de diálogo, notificações e a assinatura de termo aditivo contratual — firmado após a privatização da companhia —, a concessionária segue descumprindo obrigações previstas em contrato e normas regulatórias. A avaliação é de que os problemas já impactam diretamente a saúde pública, a segurança viária e a qualidade de vida da população.


Na representação encaminhada à AGERGS, a Prefeitura solicita a abertura de processo regulatório, fiscalização presencial no município, definição de prazos para correções e aplicação das sanções previstas em lei, incluindo penalidades financeiras.


“O que a população vive hoje não pode ser tratado como normal. Falta d’água constante e serviços mal executados não são aceitáveis”, afirmou Balardin, ao defender uma atuação mais firme dos órgãos de controle.


A Administração Municipal informou ainda que seguirá acompanhando o caso e não descarta novas medidas administrativas ou judiciais, inclusive a discussão sobre o atual modelo de concessão, caso os problemas persistam.

Foto: Ascom Prefeitura Cachoeira

 
 
 

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