Cavalgada histórica refaz neste sábado trajeto de Paixão Côrtes e do Grupo dos Oito
- Da Redação

- há 14 horas
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Um dos momentos históricos que ajudaram a dar origem ao Movimento Tradicionalista Gaúcho organizado será relembrado neste sábado, 5 de setembro, em Porto Alegre. Uma cavalgada percorrerá o mesmo trajeto realizado há 79 anos por Paixão Côrtes e pelo chamado Grupo dos Oito.
A iniciativa ocorre justamente em 5 de setembro, Dia do Jovem Tradicionalista, e será protagonizada pela atual gestão estadual de peões, guris e piás do Rio Grande do Sul.
O percurso foi estudado e mapeado para reproduzir, rua por rua, o caminho realizado em 1947, durante as homenagens que marcaram a transladação dos restos mortais do General Davi Canabarro.
Cavalos também serão da Brigada Militar
A reconstituição terá outro detalhe simbólico. Assim como ocorreu com Paixão Côrtes e seus companheiros em 1947, os participantes utilizarão cavalos emprestados pelo Regimento Bento Gonçalves da Brigada Militar.
A mobilização conta ainda com apoio do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), através da Vice-Presidência de Cavalgadas, da Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e da Brigada Militar.
A cavalgada partirá em frente ao Instituto de Educação General Flores da Cunha. De lá, os cavaleiros seguirão até a Praça da Alfândega e posteriormente ao Cemitério da Santa Casa de Misericórdia, repetindo o itinerário da solenidade de 1947.
Ao final, o grupo seguirá até o Sítio do Laçador, onde será realizada a entrega de uma centelha da Chama Crioula, encerrando a homenagem aos pioneiros do movimento.
O episódio que marcou o tradicionalismo gaúcho
Em 1947, jovens liderados por Paixão Côrtes participaram das homenagens ao General Davi Canabarro em Porto Alegre. O episódio ficou marcado pela presença do grupo de oito jovens a cavalo e é considerado um dos acontecimentos fundamentais para o surgimento do movimento tradicionalista organizado no Rio Grande do Sul.
Agora, 79 anos depois, uma nova geração de jovens tradicionalistas repetirá o percurso como forma de preservar a memória daquele momento e reforçar a ligação entre as origens e o futuro da tradição gaúcha.

















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