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Diretores do DNIT vistoriam obras de recuperação da Ponte do Fandango

  • Foto do escritor: Lenon Quoos
    Lenon Quoos
  • 2 de mar.
  • 2 min de leitura

O diretor de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fábio Nunes, esteve em Cachoeira do Sul nesta semana para acompanhar de perto as obras de recuperação estrutural da Ponte do Fandango, localizada na BR-153/RS. A visita contou também com a presença do superintendente regional do órgão no Rio Grande do Sul, Hiratan Pinheiro.


A comitiva técnica acompanhou a execução do içamento da estrutura metálica, considerada uma das etapas mais complexas e decisivas da reforma. Concluída essa fase, os trabalhos avançam para a demolição dos pilares dos viadutos de acesso, reconstrução das novas estruturas, implantação de passarela externa para pedestres e o alargamento das faixas de rolamento.


Segundo Fábio Nunes, a intervenção marca um momento inédito para o órgão. “Estamos utilizando técnicas inovadoras da engenharia para entregar à população uma estrutura mais tecnológica, padronizada e, principalmente, mais segura para os usuários”, afirmou.


Reabilitação completa e mais segurança

Com investimento aproximado de R$ 70 milhões, a obra integra o Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE) e prevê a reabilitação completa da chamada Obra de Arte Especial (OAE).


O projeto inclui o reforço estrutural dos viadutos de acesso e a ampliação da capacidade de carga do trem-tipo, que passará de 24 para 45 toneladas, conforme a legislação atual. Também está prevista a elevação da ponte em 3,14 metros, medida adotada como forma de prevenção a enchentes. Desde 2021, a travessia operava com restrição para veículos pesados.


Durante o período de bloqueio total, estimado em cinco meses, o DNIT mantém a travessia gratuita por meio de balsa, com operação ininterrupta, garantindo a circulação de veículos e pedestres.


Importância estratégica

A ampliação da capacidade da Ponte do Fandango é considerada estratégica para a logística regional, especialmente no escoamento de grãos, insumos agrícolas e demais produtos. A estrutura conecta as regiões Central e do Vale do Rio Pardo às regiões Sul e Oeste do Estado, além de integrar rota fundamental de acesso ao Porto de Rio Grande.


Com a conclusão da obra, a expectativa é de maior fluidez no tráfego e reforço na segurança, consolidando a ponte como eixo essencial da malha rodoviária gaúcha.


 
 
 

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