Hilton De Franceschi | Injustificada perseguição
- Da Redação

- 28 de mar. de 2021
- 1 min de leitura
O poder público municipal, mais do que um direito é dever seu fiscalizar as empresas estabelecidas legalmente, bem como às não legalizadas, que estiverem em seu território de abrangência.
No entanto, investir nessa cidade tem um significado ainda mais desafiador, talvez assustador para muitos empreendedores. Há forças ocultas, hoje nem tão ocultas assim, exigindo de empresários o alinhamento com condutas estabelecidas em uma cartilha, construída e mantida por um pequeno grupo que tem definido, infelizmente, o destino dessa cidade.
Não quero entrar no mérito, não conheço o teor das informações, assim como entendo ser justo a ação dos fiscais, no entanto, o que não é definitivamente justo o prefeito municipal tornar pública as fiscalizações, comprometendo a imagem dessas empresas, sem antes ter qualquer prova de ilegalidade praticada pelas mesmas.
As recentes manchetes, condenatórias, veiculadas na imprensa local, contra uma das maiores empresas de Cachoeira, a GRANOL, muito provavelmente tem por traz um recado: Os seus diretores bem como os seus administradores não estão rezando a mesma cartilha.
Cheguei a fazer uma lista de empresas que sofreram injustificadas retalhões públicas nos últimos anos em Cachoeira – seus diretores não permitiram divulgar seus nomes com medo de novas perseguições – mas surpreendentemente ou nem tão surpreendente assim em praticamente em todas elas haviam um fato em comum, a não obediência à cartilha imposta pelos supostos mandatários dessa cidade.
Nada é mais importante a um pai de família do que um emprego digno. Razão pela qual me solidarizo com todas essas empresas e aos corajosos empresários, que cumprem relevante função social, como geradores de postos de trabalho e renda a muita gente nessa cidade.
Uma boa semana a todos.
Hilton de Franceschi















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