Hilton De Franceschi | O Lado Pobre do Futebol
- Da Redação

- 30 de mai. de 2020
- 1 min de leitura

Com a pandemia, tenho sido obediente e procurado ficar em casa sempre que possível. Tomei esse tempo para ler aquele livro que sempre faltava tempo, fazer algumas mudanças em casa que há muito estava sendo proteladas e é claro muitos jogos de futebol reprisados pelas principais redes de televisão dos principais campeonatos dos clubes ou seleções.
Ainda que os futebolistas atuais tenham melhorado muito o seu nível cultural, nas
entrevistas é possível ver atletas melhor articulados, contrastando com um passado onde os jogadores, em sua maioria, tropeçavam no português. Nesses dias de pandemia, com os intermináveis programas programas de esportes pude constatar a pobreza do futebol quando o assunto é a cultura.o prestigiado narrador da rede globo, Galvão Bueno, se orgulha e todos o saúdam por ter ele consagrados alguns chavões que até hoje são repetidos entusiasmadamente pelas grande mídia como se uma pérola fosse.
Sai que é tua Tafarel, sempre que o goleiro da seleção interceptava um ataque do adversário. Olha o que ele fez, repetido 3 vezes quando o Ronaldinho
Gaúcho fez o primeiro gol pela seleção do Brasil, mas o que mais o deixa orgulhoso foi quando aos gritos esganiçados gritou é tetra é tetra é tetra no final da copa de 94. Será que não seria possível encontrar na língua portuguesa, algo mais elaborado linguisticamente para descrever um momento tão marcante na vida do vitorioso futebol brasileiro.
Hilton De Franceschi















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