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Hilton De Franceschi | Política como profissão

  • Foto do escritor: Da Redação
    Da Redação
  • 20 de set. de 2020
  • 2 min de leitura

Escrevo com o objetivo de provocar, no leitor, reflexões sobre assuntos que considero relevantes socialmente, sem a pretensão de se apropriar de uma verdade absoluta, até porque, a meu ver, ela não existe e tão pouco passar a ideia de que tenho o domínio pleno sobre o tema, mas aguçar, especialmente, nos envolvidos uma saudável e necessária reflexão.


Sempre que o tema, em pauta, versar sobre política, os ânimos vão se acirrar, em especial entre os carreiristas, ainda mais em período pré-eleitoral. No entanto, para os que acreditam nos princípios da democracia e possui elevado espírito comunitário, absorver as críticas é uma obrigação.


Entendo que a política não deve ser considerada uma profissão, mas sim um ato de doar-se socialmente. Quando um profissional, independente da atividade que exerce ou um trabalhador seja lá qual for sua formação e, em determinado momento, entender que possui as credenciais e vontade de servir a sua comunidade, então estará ele ou ela prontos para exercer uma das mais nobre e relevante atividade humanas, o cargo político.


Existe uma desconfiança geral sobre a verdadeira intenção dos políticos ao assumir um cargo público. Os discursos, de todos, parecem sempre coincidirem com as reais necessidades das comunidades, a veemência com que alguns deles expõem suas verdades, dependendo do artista, chega a emocionar, mas os resultados nós já conhecemos, um desastre, não para eles é claro.



Estamos nos aproximando de mais uma eleição majoritária, vamos escolher as pessoas que serão determinantes, por quatro anos, na vida de cada um de nós. Não resolve os cachoeirenses, reclamar depois que em nossa cidade, não há desenvolvimento econômico, os empregos são insuficientes ou continuar lamentando o abandono da saúde, o descaso com a educação e o mau uso do dinheiro público. Essa é a hora de mudar tudo, com a força do voto.


Vamos todos juntos, como um dever cívico, analisar as candidaturas, já postas, e sem paixões entender quem quer realmente colocar seus conhecimentos e experiências profissionais a serviço da sociedade e aqueles, oportunistas, que ao invés de buscarem uma profissão para atender as necessidades, suas e dos seus, insistem em querem arrumar um emprego, agora como prefeito.


Para ser mais direto, se o candidato não possui no seu currículo uma carreira profissional destacada, não vai ele querer agora convencer a mim e certamente nem a vocês eleitores de que ele nasceu para ser prefeito.


Uma ótima semana a todos!


Hilton De Franceschi

 
 
 

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