top of page

Jaqueline Machado | Uma Ovelha Roxa

  • Foto do escritor: Lenon Quoos
    Lenon Quoos
  • 3 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Não sigo a manada. “Maria” foi com as outras e voltou sozinha... Onde chego abro porta para o novo. Pessoas controladoras, não costumam me aceitar, sabem que sou livre no meu jeito de ser e no meu modo de pensar. Isso gera perseguições e julgamentos precipitados a meu respeito.

 

Sou assim, nascida sem meus passos, mas com asas para voar! E pousar onde quiser. Onde eu couber... Sou leal. Mas percebo que preferem os falsos e interesseiros, pois esses, são mais acessíveis à manipulação. Sou forte, sem ser agressiva. Não me faço de vítima, apenas sei o meu lugar...

 

Amor é meu primeiro e segundo nome. Sempre fui educada. Nunca mandei ninguém a 'M'. Não porque eu seja melhor do que alguém, mas porque respeito as letras, as palavras, e porque só gosto das coisas que são bonitas!

 

Mas digo, para alguns, de nada adiantou a minha boa educação: os invejosos juntaram as letras de forma negativa e nelas construíram as piores palavras para me definir: metida, falsa, ingrata... E até de pessoa sem moral já fui chamada. Tudo por pensar diferente da maioria. E por idealizar belos sonhos...

Muitos pensam ser mais felizes do que eu, mas não sabem o verdadeiro significado da palavra FELIZ, que quer dizer: Escolha certa. E escolha certa nem sempre tem a ver com momentos de gargalhadas, não! Sou amor, sou justiça, mas, acima de tudo, sou humana e, às vezes, fico a me perguntar: por que a maioria das pessoas preferem o que é falso e efêmero?

 

No meio da manada, sou uma 'ovelha roxa'. A que ousa discordar nas salas de reuniões em que os assuntos são referentes a egoísmos e vida de pessoas.

 

Não gosto de frieza, sou emotiva e, nas mãos de algumas poucas pessoas ruins, que finge ser do bem, já comi 'o pão que o Diabo amassou''. Já chorei tanto!!! Mas hoje não choro mais, e sorrio. Sou rio a deixar a vida fluir nova e refrescante... De gente ruim já desisti, não guardo mais as mágoas, “as más águas”, que antes guardava. Tenho apenas, pena... Porque sei que são prisioneiros da própria língua.

 

Quanto a mim, sigo assim, livre, sem máscaras... E tenham todos uma certeza: as trilhas do meu caminho, eu mesma traço!


Jaqueline Machado.

 
 
 

Comentários


bottom of page