Prefeitura investe R$ 480 mil em novo posto de saúde no bairro Fátima, em Cachoeira
- Lenon Quoos

- 30 de set. de 2025
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O prefeito de Cachoeira do Sul, Leandro Balardin, anunciou o pagamento nesta semana de R$ 480 mil para a aquisição de um imóvel que será transformado em uma nova Unidade de Saúde no bairro Fátima, atendendo também os bairros Setor Antônio e Marques Ribeiro.
O imóvel, localizado na Avenida João Neves da Fontoura, nº 1.956, possui área construída de 270 m² e terreno de 492,80 m². Atualmente, a Estratégia de Saúde da Família (ESF) Fátima atende cerca de 4 mil moradores, mas compartilha um espaço físico inadequado com outra unidade localizada fora da área de abrangência, dificultando o acesso da população e sobrecarregando os serviços.

Segundo a Prefeitura, o imóvel foi considerado estratégico por sua localização de fácil acesso e estrutura adequada, podendo ser adaptado para funcionar como uma Unidade de Saúde Porte I. A iniciativa visa ampliar e qualificar o atendimento da Atenção Básica, oferecendo melhores condições de atendimento à população local.
O investimento faz parte da política de redução de gastos com aluguéis adotada pela atual gestão, representando um aporte direto na melhoria dos serviços públicos e no fortalecimento do patrimônio do município. “Este é fruto de trabalho sério: economizamos onde é necessário e investimos onde é essencial para melhorar a saúde da nossa comunidade”, afirmou Balardin.
A compra foi realizada com recursos próprios do município, e o imóvel passará por reformas e adequações para receber o novo posto de saúde. A expectativa é que a nova Unidade qualifique a saúde básica da região e beneficie diretamente milhares de moradores.
















Michele Dos Santos está se sentindo pensativa.
2 MILHÕES DO PAC X 480 MIL DO CAIXA MUNICIPAL.
O Município perdeu R$ 2 milhões do PAC, recurso federal que seria destinado à construção de uma nova UBS no bairro Fátima. Em consequência disso, a gestão municipal decidiu utilizar recursos próprios para a compra de um imóvel com a mesma finalidade.
A contradição é evidente: abre-se mão de um investimento da União, capaz de ampliar a estrutura da saúde no bairro, e, em contrapartida, recorre-se ao caixa municipal em plena contenção de gastos, para uma solução muito mais limitada. (??)
Ora, não há um decreto restringindo despesas?
Fica a dúvida: trata-se de uma decisão planejada para atender a urgência da população ou…