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Secretaria da Saúde alerta para risco de dengue em caixas-d’água mal vedadas e divulga orientações

  • Foto do escritor: Da Redação
    Da Redação
  • 29 de jan.
  • 2 min de leitura

A Secretaria Municipal da Saúde emitiu, nesta quarta-feira (28), um novo alerta à população de Cachoeira do Sul sobre a prevenção e o combate à dengue, com foco nos riscos provocados pela falta de cuidados com caixas-d’água em residências e empresas. Durante as ações recentes realizadas pelos agentes de combate às endemias, foram identificados diversos reservatórios mal vedados, ambientes considerados ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.


Segundo a bióloga da SMS, Rosinele Perez, o mosquito utiliza água parada para se reproduzir, e caixas-d’água sem tampa ou com vedação inadequada estão entre os focos mais frequentes encontrados nos domicílios. “Mesmo poucos dias com a caixa d’água aberta são suficientes para que o mosquito complete seu ciclo de reprodução. Por isso, a verificação semanal das tampas e das condições do reservatório é essencial”, destacou.



O Setor de Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) orienta que todos os reservatórios permaneçam totalmente fechados, com tampas bem ajustadas e sem frestas. Tampas improvisadas ou danificadas não garantem a proteção necessária e devem ser substituídas. Além disso, a limpeza da caixa-d’água deve ser realizada a cada seis meses, utilizando escova, sabão neutro e solução de água sanitária, conforme as recomendações técnicas.


A Secretaria Municipal da Saúde reforça que o manejo correto das caixas-d’água é uma medida fundamental no enfrentamento à dengue e pede a colaboração da comunidade. A população também é orientada a permitir o acesso dos agentes de saúde, seguir as recomendações repassadas e denunciar possíveis focos do mosquito. “Prevenir a dengue é um compromisso coletivo em defesa da saúde pública”, reforça a bióloga.


ORIENTAÇÕES DAS EQUIPES DE SAÚDE


Medidas simples contribuem significativamente para a redução da transmissão da doença e para a proteção coletiva:

Manter a caixa d’água sempre totalmente vedada

  • A tampa deve estar bem ajustada, sem frestas ou rachaduras.

  • Tampas improvisadas (madeira, telhas, plástico solto) não são seguras.

  • Caso a tampa esteja danificada, orientar a substituição imediata.


Limpeza periódica correta

  • Promover a limpeza da caixa d’água a cada 6 meses, ou sempre que houver sujeira visível.

  • Passo a passo simplificado para a manutenção:

    • Fechar o registro de entrada de água;

    • Esvaziar a caixa, deixando um pouco de água no fundo;

    • Esfregar paredes e fundo com escova e sabão neutro;

    • Enxaguar e descartar a água suja;

    • Desinfetar com solução de água sanitária (proporção orientada pela vigilância sanitária);

    • Manter fechada após o enchimento.


Verificação frequente

  • Não deixar caixas destampadas “temporariamente”, pois poucos dias são suficientes para o ciclo do mosquito;

  • Verificar semanalmente se a tampa está bem colocada e se não há acúmulo de água parada em torno da caixa.



 
 
 

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