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Adriana Palladino | E o castramóvel?

Como todos já sabem, o castramóvel ficou sem atendimento de janeiro até meados deste mês de maio, completando quase cinco meses sem funcionamento.


Isso tem um impacto significativo, pois cada dia parado representa um retrocesso nessa política cujo principal pilar é a castração.


Importante destacar o trabalho incansável das entidades de proteção animal que, através de emendas parlamentares, fizeram sua parte e castraram em um ano quase mil animais, mas, infelizmente, ainda não é um número suficiente.


A importância da castração em massa vai mostrar o resultado em alguns anos, pois não podemos obter um resultado palpável de um dia para o outro e por isso a importância do trabalho ser constante e permanente.


Importante também dizer que, para ser ainda mais eficiente, o castramóvel deve funcionar em dois períodos: manhã e tarde, pois assim duplica o número de castrações. Esse é um pedido que eu faço desde que ele chegou e que ainda não foi atendido. Espero que, com o concurso público que se avizinha, o veterinário que for aprovado seja para o castramóvel que, com isso, poderá funcionar de forma plena e cumprindo sua função.


Sempre falo aqui da importância da castração para diminuir o abandono e consequentemente os maus-tratos. Espero sinceramente que suspensões de atendimentos não aconteçam mais para que possamos seguir diminuindo o sofrimento dos animais e, com isso, caminharmos para quem sabe um dia ser uma cidade justa para com os eles.



Adriana Palladino

 
 
 

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