Jaqueline Machado | Meus Incentivos
- Lenon Quoos

- 19 de jan.
- 2 min de leitura
Não faço parte de nenhum partido político, e não defendo uma religião em particular, embora eu ande de mãos dadas com os preceitos da boa espiritualidade, mas defendo minhas convicções.
Não sou radical, tampouco creio que tudo seja permitido... como alguns podem pensar, por eu ser uma ativista da causa feminina.
Levo uma vida mais moderada do que eu deveria levar.
Não prego que se deve ficar com várias pessoas. Sei que isso não é saudável para o corpo e nem para a alma.

Não fumo, não frequento “baladas”, não gosto de “palavrão" e odeio falcatruas e injustiças.
Mas incentivo, sim, a cultura, e sei que artista não é imoral.
Incentivo a liberdade de se poder amar a quem quiser, independente de orientação sexual, idade ou religião.
Prego às mulheres, a liberdade de vestir a roupa que desejarem. E digo sem medo, que a mulher deve respeito ao marido, da mesma forma que o marido deve à mulher. E que a mulher não deve obedecer a ordens do homem, pois isso não é amor: é desrespeito. E abre espaço para violências domésticas.
Falo que ninguém deve ficar sofrendo num casamento onde não há mais amor, porque o que une duas pessoas é o sentimento. Manter um casamento forçado só para parecer bem na sociedade, é viver uma vida de mentira.
Sou favorável à sensualidade. Toda beleza da vida vem dela. Aprendi isso com as flores... Pena que sensualidade é, frequentemente, confundida com vulgaridade, sendo as duas tão distintas.
Eu falo de feminilidade, de empoderamento e alegria com poesia e equilíbrio. Mas sempre que o patriarcado, e que os julgadores de pecados que nem existem, acharem que sou uma bruxa louca ou liberal demais, firmarei minha voz. Não me calarei.
Não podemos esquecer que as maiores atrocidades do mundo sempre acontecem em nome de Deus e da falsa moral que contamina o mundo com uma maledicência doentia.
Deus não concorda com nada disso. Ele ama a todos. Ele é AMOR!
Já disse em outros textos, e tornarei a repetir sempre que sentir necessidade, ninguém precisa virar monge para alcançar a iluminação. Basta ter coragem de ser quem é, por inteiro, sem medo do que vão pensar.
Jaqueline Machado.



















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