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Prefeito Balardin cobra segunda balsa ao DNIT em Brasília, mas segue sem definição

  • Foto do escritor: Lenon Quoos
    Lenon Quoos
  • há 36 minutos
  • 2 min de leitura

O prefeito de Cachoeira do Sul, Leandro Balardin, cumpriu agenda em Brasília nesta quarta-feira, 18 de março, e esteve no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes para cobrar novamente a disponibilização de uma segunda balsa para a travessia do Rio Jacuí.


A reunião teve como pauta central o cumprimento do contrato firmado durante as obras da ponte, que prevê a operação de uma embarcação adicional para atender a demanda no período.


Cobrança por solução diante de transtornos

Durante o encontro, o prefeito destacou os problemas enfrentados diariamente pela população com a operação de apenas uma balsa, como filas extensas, atrasos e dificuldades no deslocamento de moradores, trabalhadores e no transporte de cargas.


A solicitação da segunda embarcação tem como objetivo amenizar esses transtornos e garantir maior fluidez na travessia.


Sem confirmação da segunda embarcação

Apesar da cobrança direta ao órgão federal, a agenda foi encerrada sem confirmação sobre quando a segunda balsa começará a operar no município.

A ausência de prazo definido mantém a incerteza para usuários que dependem diariamente do serviço.


Prefeito rebate justificativas do DNIT

Após a reunião, o prefeito também contestou os argumentos apresentados pelo DNIT para a não implantação imediata da segunda balsa.


Segundo Balardin, o trecho do rio é plenamente navegável e possui profundidade suficiente para comportar outra embarcação. Ele citou como exemplo o funcionamento atual da balsa existente e a circulação de um barco de passageiros com calado ainda maior.


O chefe do Executivo também questionou a justificativa relacionada à estrutura de atracadouro.


“Se o DNIT se considera responsável por um, por um segundo também não é problema. Cachoeira faz em menos de uma semana com apoio de empresários e da comunidade”, afirmou.


Pressão por respostas

Ao final, o prefeito voltou a cobrar uma definição clara por parte do órgão federal.

“Cadê a segunda balsa? Ou que dia ela chega?”, questionou.

A cobrança reforça a pressão do município por uma solução rápida, enquanto a população segue enfrentando dificuldades na travessia do Rio Jacuí.


 
 
 

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