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Operação afasta dois vereadores da Câmara de São Gabriel por suspeita de “rachadinha”

  • Foto do escritor: Lenon Quoos
    Lenon Quoos
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com apoio da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 19 de fevereiro, uma operação na Câmara Municipal de São Gabriel, na região central do Estado.


A ação resultou no afastamento cautelar de dois vereadores e dois servidores do Legislativo, por determinação judicial, no âmbito de investigação que apura a suposta prática de “rachadinha”.


Foram afastados os vereadores Elson Teixeira e Rodrigo Machado, ambos do PDT.


📂 Mandados e apreensões

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, agentes realizaram buscas nos gabinetes dos parlamentares investigados, tanto na sede principal quanto no anexo da Câmara. Celulares e documentos foram apreendidos e deverão subsidiar o andamento das investigações.


A operação ocorreu enquanto uma reunião do Legislativo estava em andamento, sendo interrompida com a chegada das equipes policiais. Conforme informado, a decisão judicial que autorizou as medidas foi apresentada à presidência da Casa no momento da ação.


O afastamento foi determinado como medida cautelar, com o objetivo de preservar provas e evitar interferências na investigação.


🗣 Manifestação da Câmara

Em entrevista à imprensa, o vice-presidente da Câmara, vereador Ladeslet Teixeira, afirmou que a presidência foi surpreendida com a chegada dos policiais. Segundo ele, o presidente do Legislativo não estava presente no momento, pois participava de uma reunião externa.


Ainda conforme relatado, a investigação não envolveria a administração geral da Câmara, mas fatos isolados relacionados aos gabinetes dos dois vereadores afastados e à conduta adotada junto a assessores.


A Câmara segue com suas atividades regulares enquanto aguarda os desdobramentos do caso.


⚖️ Investigação

De acordo com a denúncia, as supostas irregularidades teriam ocorrido ao longo de 2025. A prática conhecida como “rachadinha” consiste no repasse de parte do salário de assessores ao parlamentar.


O inquérito tramita sob segredo de Justiça, e novas diligências não estão descartadas pelas autoridades. Até o fechamento desta matéria, não havia manifestação oficial da defesa dos vereadores afastados.


 
 
 

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